Dr. Domingos Q. De Paola

CRM i52.106980-2

​- Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica - SBCP;

- Membro da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética - ISAPS;

- Membro da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica Estética - ASAPS;

- Membro da Academia Americana de Cirurgia Cosmética - AACS;

- Membro do Colégio Internacional de Cirurgiões - FICS;

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Lipoescultura e Lipoaspiração

 

Qual a diferença? Qual é a melhor?   (Com anestesia local e sem internação)

      Na realidade a lipoescultura é um aperfeiçoamento da lipoaspiração. Ambos os métodos visam retirar a gordura em excesso no subcutâneo para melhorar o formato do corpo. A grande diferença está nas cânulas que na lipoescultura são bem mais finas (menos da metade do diâmetro das da lipoaspiração) e na profundidade de trabalho que é bem mais superficial na lipoescultura. Em termos técnicos, na lipoaspiração as cânulas grossas não podiam chegar muito perto da pele, pois se a aspiração fosse superficial, causaria depressões devido ao grande diâmetro das cânulas da época.

      Hoje, na lipoescultura, graças ao diminuto diâmetro das cânulas podemos trabalhar bem próximos à pele sem causas as desagradáveis depressões, tão comuns nos tempos da lipoaspiração. Outro grande progresso que adveio da lipoescultura foi a possibilidade de, invertendo a cânula nas camadas mais superficiais do subcutâneo, bem junto à pele, conseguir "irritar" esta pele para estimular sua retração e, com isto, evitar, na maioria dos casos, a necessidade da retirada de pele num segundo tempo cirúrgico.

 

      É claro que em casos de grandes abdomens em "avental" sempre haverá necessidade de um segundo tempo para retirada de pele, porém, com a possibilidade da retração da pele no 1 tempo cirúrgico, a cicatriz do 2 tempo com certeza será bem menor, pois a quantidade de pele a ser retirada diminuirá substancialmente. 

       O melhor de tudo, ainda, é que todos estes procedimentos podem ser feitos sob anestesia local, apenas com sedação oral, e sem a necessidade de internação hospitalar. O paciente passa cerca de 3 horas na Clínica e volta para casa.

 

    No local operado utilizamos apenas um esparadrapo elástico especial que além de dar firmeza para que o paciente possa voltar às atividades normais à partir do 3 dia de pós-operatório ainda evita o aparecimento das manchas roxas, tão comuns nos antigos procedimentos. Neste tipo de procedimento a única restrição maior é quanto à ginástica que deve ser evitada por 30 dias. 

      Outro grande progresso, não apenas da técnica em si, mas do processo como um todo foi o advento da "endermologia" que é utilizada à partir da 3a. Semana de pós-operatório com o intuito de retirar os últimos edemas pela efetiva drenagem linfática que a técnica proporciona, além de evitar irregularidades pós-operatórias pelas massagens profundas. 

Veja a explicação dos procedimentos, passo a passo em 3D:

Linha do tempo do Pós-operatório

5 dias

Fim do repouso exigente. Uso contínuo da cinta cirúrgica.

7 dias

Volta a vida normal porém ainda edemaciado e com eritemas. Retirada dos pontos.

21 dias

Diminuição do inchaço. Início da drenagem.

2 meses

3 meses

Fim do uso da cinta cirúrgica.

Resultado final.